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Aulas de crochê no Presídio Regional Feminino, em Tubarão/SC
 

A ideia para esse projeto surgiu com base em outros que já se desenvolviam pelo Brasil, quando estilistas precisaram expandir suas produções e viram boas oportunidade nos presídios. Levando o aprendizado de uma técnica manual tradicional às reeducandas – que têm poucas oportunidades e visibilidade na sociedade – é possível despertar um olhar mais humano sobre elas e, quem sabe, transformar a prática em ofício, já que é difícil conseguir se reinserir no mercado de trabalho.

"Temos muito à contribuir para uma sociedade mais justa. Essas mulheres têm oportunidades escassas na vida, não apresentam periculosidade e anseiam por projetos e oficinas inclusivas – descobrindo talentos e adquirindo novas habilidades. O crochê é lúdico, nostálgico e terapêutico, contribuindo para a manutenção da saúde mental no cárcere, além de propagar a importância do resgate das práticas artesanais."
Isabel Machado Farias - Artesã e Realizadora do Projeto
Trabalhamos durante o ano de 2017 com as lãs que a Círculo – fabricante de fios com sede em Gaspar/SC – nos enviou, com aulas voluntárias que aconteciam uma vez por semana. É importante ressaltar que nosso acesso à Unidade só foi possível graças ao auxílio da Pastoral Carcerária, que já desenvolve trabalhos com reeducandas há anos. Também contamos com o apoio constante da direção do presídio, das agentes carcerárias, da assistência social, da juíza que nos autorizou a aplicar as aulas e do Conselho da Comunidade de Tubarão.
Conselho da
Comunidade de Tubarão
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